terça-feira, 6 de outubro de 2009

Matriz Swot


A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.



A técnica é creditada a A
lbert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

O termo SWOT vem do inglês e representa as iniciais das palavras:

• S trengths – Forças(relacionados a fatores internos)
• W eaknesses – Fraquezas(relacionados a fatores internos)
• O pportunities – Oportunidades(relacionados a fatores externos)
• T hreats – Ameaças(relacionados a fatores externos)

Estas análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).



As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.


O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.


Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Modelo 5 Forças: Analisando a indústria do Fast-Food

O Modelo das Cinco Forças desenvolvido por Michael E. Porter constitui uma boa opção para o estudo da envolvente externa na medida em que procura avaliar a atratividade de determinado setor. Segundo este modelo, a atratividade de um setor é medida pela ameaça de entrada de novos concorrentes, pelo poder negocial dos fornecedores, pelo poder negocial dos clientes, pela pressão dos produtos substituídos e pela rivalidade existente no setor. É o conjunto destas forças que determina o potencial de lucro.

1. Ameaça de Novas Entradas (+): Quanto maior for a probabilidade de entrada de novas empresas num determinado setor, menor é a sua atratividade. Essa probabilidade é tanto menor quanto maiores forem as barreiras à entrada e a expectativa de retaliação. Alguns exemplos de barreiras à entrada são as economias de escala, as economias de experiência, o grau de diferenciação do produto, as necessidade de capital inicial, os custos de mudança, o acesso a canais de distribuição, as políticas governamentais, entre outras. Tornando um ponto favorável para as industrias de fast-food já existentes.

2. Pressão dos Produtos Substitutos (-): Quanto maior for a pressão dos produtos substitutos menor é a atratividade. E nesse mercado as opções são vastas, pois o que não falta é variedade de comida rápida, como por exemplo as congeladas, que pode ser encontrada em qualquer loja de conveniência de um posto de gasolina, e preparada rápidamente. Tornando assim um ponto negativo para a indústria do fast-food.

3. Poder Negocial dos Fornecedores (+/-): Na indústria do fast-food, esse ponto pode tanto ser positivo como negativo, pois fazendo parcerias com esses fornecedores, a indústria diminui seus gastos e ao mesmo tempo aumenta sua lucratividade, por outro lado, segundo Porter os fornecedores podem exercer poder de negociação sobre a indústria. Um exemplo disso seria o aumento de seus produtos fornecidos ou a queda de qualidade dos mesmos, tornando um ponto negativo para a indústria.

4. Poder Negocial dos Clientes (+): Na indústria do fast-food, o cliente tem contato rápido com a empresa, assim sendo, sua influência é mínima na queda de preço, porém como estratégia, as empresas fazem promoções para atrairem mais clientes.

5. Rivalidade no Setor (+): Quanto maior for a rivalidade no setor maior será a probabilidade de se verificarem guerras de preços, guerras publicitárias, assim uma empresa nunca fica parada, está sempre buscando melhorar seus serviços, tornando-se um ponto positivo.